sábado, 7 de maio de 2011

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segunda-feira, 2 de maio de 2011

Rock Vs Sertanejo..

            Rock Vs Sertanejo 
         E aí qual é o melhor?

Postado por : Françoá Luz

Rock e Sertanejo: quais as semelhanças e diferenças? Entenda os motivos técnicos que podem levar uma pessoa a odiar um dos estilos acima e amar o outro, ainda mais no país da diversidade, que é o Brasil.







História

O Sertanejo não surgiu necessariamente do Country Americano, mas foi muito influenciado por ele com o passar dos anos, principalmente no modo de vestir. Esse estilo aproveitou o som de instrumentos artesanais como a viola e a gaita, mas vem se modernizando com o surgimento do Sertanejo Universitário, que é tão conhecido entre os jovens no Brasil.

O Rock também foi influenciado pelo Country, mas não como no Sertanejo. Rock n’ Roll surgiu com a idéia de criar um estilo totalmente novo. Por isso ele se baseou nos solos que o blues estava desenvolvendo e mudou totalmente o rumo da música no século passado. Eles não queriam uma música “modinha”, mas sim um estilo que duraria para sempre, e assim conseguiram. Até hoje o Rock é um dos estilos mais ouvidos do mundo.





Instrumental

No Sertanejo, os instrumentos soam um tom mais dançante mais lento (exceto as mais atuais), enquanto o vocal é nasal, mais agudo. De modo geral, são feitas de composições simples (apesar dos solos mais complexos das modas de viola) fáceis de tocar e cantar, e por isso não apresenta muita diversidade de estilos. Talvez eles quisessem criar uma sonoridade marcante, o que pessoalmente não me agrada muito.



O Rock veio para ser mais rápido, com mais instrumentos e uma composição mais complexa, com solos mais longos e melhor divisão da música, com introduções, rifes, solos, finais e desenvolvimentos bem marcados. No entanto surgiram várias outras subdivisões desse estilo que chegou ao mundo inteiro, indo desde os mais lentos até os mais rápidos. 



“Modinhas”

Bom, mesmo com o grande sucesso de ambos os estilos musicais, ultimamente vem surgindo algumas BSM (Bandas de Sucesso Momentâneo), que fazem um sucesso de irritar qualquer um, com composições que dá vontade de rir, e depoisdesaparecem, como se nem tivessem surgido.
Em minha opinião, elas vêm para derrubar toda uma história de Rock eSertanejo, dizendo que querem revolucionar, mas nunca duram mais que 6 meses.



Conclusão

Tanto o Rock quanto o Sertanejo desenvolveram uma história de fazer sair lágrimas no olho, com diversas fases e ambos com um sucesso tremendo em suas regiões e épocas. Mas mesmo com tanta diferença, tenho certeza que eles realmente merecem ter o sucesso que sempre tiveram. Só nos resta rezar para que essas bandas de Rock Nacionais de hoje e esses Sertanejos Universitáriostodos iguais não venham a destruir essa história de décadas com essas “modinhas” que se dizem revolucionárias.


Naum esqueçam de comentar...

sexta-feira, 29 de abril de 2011





    sexta-feira, 29 de abril de 2011

    [Especial Casamento Real] - O grande dia!








    Aperte na imagem para aumentar


    Acompanhe também pela Gazeta do Povo - participação do Blog Tudo Orna no blog da Viver Bem - COBERTURA ESPECIAL... 
    A Julia e a Débora estão chegando daqui a pouco da Redação da Gazeta do Povo com várias novidades.

    O que vocês acharam do Casamento Real?
    Perfeito, né?

    * já já será postado o vídeo com um bate-papo super descontraído da blogueira Julia Alcântara,  Sabrina Olivetti, do Coisas de Diva e Hildo Fabri, ganhador do Prêmio João Turin!
    AQUI


    [especial casamento real] - estilo Kate Middleton
    [especial casameto real] - trajes masculinos
    [o noivado] 
      

    8 comentários:


    Anônimo disse...
    Essa Kate Middleton é um pitéuzinho
    Anônimo disse...
    perfeita!
    Anônimo disse...
    O casamento foi lindo, o principe é lindo, a Kate é uma das mulheres mais elegantes da Inglaterra...com este vestido então,foi perfeito!!!! Quero um casamento igual! =] By Rafaely
    Maria Cereja Acessórios disse...
    Genteeeee, parabéns pelo post!!! Lindo, lindo, lindooo!!!
    Laura Borges disse...
    Eu amei o vestido, o cabelo, os príncipes. Está sendo muito legal!!
    Anônimo disse...
    é um sonho!
    Cris *Mais Lindas e Belas* disse...
    aiii que chique vc!! :D e o casamento foi tudo de maravilhoso né? adorei!!! beijoookas http://maislindasebelas.blogspot.com/
    Anna disse...
    Tudo mto chique =) Vestido lindo!! A princess arrasou! Bjo
     


    Estilos apreciados dentro da Cultura Obscura


    A música apreciada na Cultura Obscura abriga desde as sonoridades mais rústicas, como a produzida entre algumas bandas góticas na década de 80, até a sofisticação do Metal que emergiu na década de 90. Pode oscilar entre sonoridades modernas, como a dos estilos eletrônicos mais pulsantes e dançantes, ou buscar referências na música medieval.
    Desse modo, é possível ter uma idéia de quanto é amplo e democrático o conceito de música quando relacionado à cultura obscura, e pode-se perceber que não há padrões rígidos que determinem estilos específicos. Porém, há alguns pontos que são comuns na maioria. Podemos citar como exemplos, letras que abordam temas existenciais e que algumas vezes baseiam-se em obras da literatura romântica. Além de uma referência instrumental recorrente à música étnica, (de culturas orientais, por exemplo), e do próprio folclore europeu. A música erudita também é uma referência bastante comum, que pode estar presente tanto nos estilos mais suaves, como o Ethereal, até nos mais agressivos e pesados, como o Metal.
    Alguns estilos, como o Ethereal, New Age e Dark Ambient/Atmospheric, muitas vezes, podem trazer uma sonoridade semelhante. Isso faz com que algumas bandas sejam genericamente inclusas sob mais de um rótulo. Este conceito também pode ser aplicado ao Metal e suas subdivisões.
    (O objetivo deste artigo não é delimitar ou impor rótulos sobre os estilos citados. Mas apenas fornecer informações sobre as variações musicais mais presentes na cultura obscura. As bandas e artistas citados são apenas referências para que o leitor possa ter uma idéia mais clara dos estilos que são abordados nos tópicos.)


    Gothic Rock
    No Gothic Rock, o instrumental é simples, composto por guitarras, baixo e bateria. Os vocais característicos são graves. A expressão Gothic Rock foi usada pela primeira vez no final da década de 70 para classificar bandas como Bauhaus, Joy Division e Siouxsie and The Banshees, que também eram rotuladas como pós-punk. Mas suas influências não estavam limitadas ao punk. Neste momento, bandas que posteriormente seriam classificadas como Death Rock ainda eram chamadas de Gothic Rock. Assim, a fronteira entre o Death Rock e o Gothic Rock não são muito nítidas.
    Referências: BauhausJoy Division e Siouxsie and The Banshees.


    Industrial/E.B.M
    Apesar de muitas vezes serem classificados sob um mesmo rótulo, originalmente, E.B.M (Eletronic Body Music) e Industrial são estilos diferentes. Porém, é muito comum que bandas que sejam enquadradas num destes segmentos transitem livremente para o outro, e a fronteira que os diferenciam esteja cada vez mais sutil.
    Ambos surgiram na década de 70 e suas bases recorrem ao experimentalismo eletrônico. Inicialmente, o Industrial utiliza-se de objetos de uso cotidiano para produzir as músicas. Não havia uma preocupação com características básicas, como melodia e harmonia. Ao longo dos anos, tornou-se comum o uso de timbres eletrônicos; as músicas adquiriram uma sonoridade mais dançante e os estilos subdividiram-se em Industrial-Rock, Industrial-Metal e CrossOver, entre outros.
    Referências: Marilyn Manson, Cabaret Voltaire e Front 242.


    Ethereal
    O Ethereal é um dos estilos que foram classificados como Darkwave. No Ethereal encontra-se melodias lentas e suaves. O instrumental é composto por bases eletrônicas de sintetizadores ou orgânicas (acústicas). Há uma forte influência de música folclórica (européia) e de diversas culturas (não européias), além de música erudita e experimentalismo eletrônico. No Ethereal é muito comum que as músicas soem melancólicas e introspectivas.
    Referências: Cocteau Twins, Dead Can Dance e Lycia.


    Dark Ambient/Dark Atmospheric
    Não há uma linha muito nítida que divida estes estilos. A semelhança é tanta que alguns até os consideram sinônimos. Também, a sonoridade muitas vezes se confunde com o Ethereal.
    No Dark Ambient/Atmospheric o instrumental é delicado, com timbres eletrônicos que simulam violinos, sinos e efeitos diversos, como sons da natureza. Há também as bandas que utilizam instrumentos de música erudita, como violinos, cellos e flautas, compondo assim uma sonoridade mais orgânica, considerada neoclássica. Há a influência de música folclórica e os vocais, geralmente, são baseados no canto lírico. Como no Ethereal, muitas músicas soam melancólicas, com uma "tristeza passiva".
    Referências: Dargaard, Elend e Autumn Tears.


    New Age
    O New Age, que significa literalmente Nova Era, pode ser considerado um movimento artístico-espiritual surgido na década de 60, composto por diversas crenças orientais. O estilo musical New Age também se caracteriza pela influência da música oriental. Porém, não se resume a isso. O New Age se subdivide em vários segmentos que possuem referências da música erudita e folclórica européia, por exemplo.
    A sonoridade do New Age é suave e orquestrada. Possui melodias lentas muitas vezes interpretadas através do canto lírico, corais de vozes, sintetizadores e bases eletrônicas.
    Referências: Era, Enigma e Enya.


    Medieval e Renascentista
    Quando relacionada à música consumida na cultura obscura, o termo Medieval pode referir-se à música do período medieval (principalmente da Baixa Idade Média no período de transição para a Renascença) ou ao estilo produzido por bandas e artistas contemporâneos que se inspiram na música medieval.
    A música do período medieval é caracterizada, inicialmente, por melodias vocálicas sem acompanhamento instrumental, que fluem livremente desenvolvendo-se com suavidade e ritmos irregulares. Posteriormente, surgiu a polifonia e o acompanhamento de instrumentos como flautas, tambores e instrumentos de corda. Estas variações podem ser associadas tanto à musica medieval religiosa como a música medieval profana.
    A música produzida atualmente que é inspirada no período medieval traz, além das características da música medieval de várias fases, também experimentalismos eletrônicos que, algumas vezes, flertam com Ethereal. Alguns artistas tendem a buscar uma sonoridade autêntica da época, enquanto outros produzem músicas com instrumentação mais complexa soando mais "pop".
    Referências: Mediaeval Baebes, Ataraxia e Arcana.


    Música clássica e neoclássica (Erudita)
    Na cultura obscura, a música clássica é uma referência que se combina com outros estilos. Por exemplo, sua influência é notada entre estilos como Ethereal e Metal e entre artistas que buscam uma maior sofisticação na sonoridade através violinos, cellos, vocais sopranos e tenores, piano e cravo, por exemplo. Assim, buscam inspiração em compositores de diversas fases como Mozart, Beethoven, Chopin e Strauss.


    Metal
    Várias subdivisões do Metal são apreciadas na cultura obscura. Entre elas, principalmente, o Gothic Metal, Doom Metal, Metal Lírico e Metal Sinfônico. Há diversas características comuns entre estes estilos; a mais presente é a utilização de elementos de música clássica, como violinos, pianos, flautas e vocalização lírica. Estes itens combinam-se com as características mais comuns do Metal: guitarras graves, vocais urrados e variação rítmica. Além de letras que abordam o folclore do país natal da banda, ou referências de obras literárias, arcaísmos e expressões em latim, por exemplo.
    Algumas bandas destes segmentos podem ter sido influenciadas pelas bandas do Gothic Rock oitentista e do Doom da década anterior. Além disso, é muito comum serem classificadas também em outros estilos.
    Referências: EpicaTristania e Theatre of Tragedy.

    Por Spectrum

    Referência bibliográfica:
    Estilos Góticos/Goth Song's - Robert Sethiano Kolaço (International Goth Society inc.)

     

    terça-feira, 12 de abril de 2011

    Pra galera que curte ...


    Quem nunca ouviu falar em Guitar hero?
    Sem graça? viciante? vai da opinião de cada um. Mas o fato é que o jogo, ganhando elogios ou críticas vem se tornando um clássico desde que foi lançado tornando-se uma surpresa positiva ao público.
    E pra comemoração da galera que curte A biblioteca de temas dos jogos «Guitar Hero» conta agora com faixas de novos artistas, incluindo Paramore, Middle Class Rut, Madina Lake e Darkest Hour.

    A notícia surge com a confirmação de que serão lançados três novos pacotes de temas para o «Guitar Hero: Warriors of Rock» (e para a biblioteca do «Guitar Hero»).
    e você? critica? elogia? qual a sua opinião? Comente. xD

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